Os preços da electricidade devem reflectir os custos de produção, sob pena de distorcerem o mercado e comprometer as gerações futuras com um défice tarifário que não pára de crescer.
Esta é uma das conclusões do VII Forúm da Energia, promovido ontem pelo Diário Económico.
"Não se justifica que toda a electricidade seja subsidiada, que estejamos a acumular uma dívida que vamos ter que pagar e que será, no final do ano, de dois mil milhões de euros. Qualquer coisa como 200 euros por português". A afirmação é do presidente da Endesa Portugal.
Nuno Ribeiro da Silva apresentou contas:"Desde 1998 até 2008, a electricidade para os consumidores domésticos caiu 12% e para a grande indústria cercade 17%", realçando que "este não pode ser o sinal, já que os custos de produção, transporte, distribuição e comercialização continuam a aumentar.
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