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22-10-2009
Indústrias criativas puxam pelas cidades

A incubação de start-ups e o capital de risco poderão dinamizar um sector que é responsável por 2,6% do PIB e que pode aproveitar a crise para crescer.

Parem de lhes chamar projectos! Falem deles como de um negócio, instiga Gerald Lidstone, do Institute of Creative and Cultural Entrepreneurship, do Goldsmiths College. O conselho dirige-se a uma audiência que reúne gestores e agentes culturais, na Culturgest. A força das indústrias criativas do Reino Unido, o seu país, que há mais de uma dezena de anos agrupou sobre o chapéu de indústrias criativas actividades tão distintas como, arte, publicidade, turismo, gastronomia, arquitectura ou desporto, dá-lhe legitimidade para o silêncio que se faz sentir.

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